Neste mês, no dia 02 de janeiro, a Congregação Marista completou dois séculos de sua criação, quando São Marcelino Champagnat, fundador do Instituto Marista, deu início a sua obra, disseminando a missão maior junto à crianças, jovens e adolescentes. Para marcar o bicentenário, a comunidade educativa do Colégio Marista São Luís do Recife participou na tarde do dia 25/01, de uma Celebração Eucarística em Ação de Graças, presidida pelo bispo auxiliar da Arquidiocese de Olinda e Recife, Dom Antônio Tourinho Neto.
A capela São Marcelino Champagnat, no interior do colégio São Luís, no bairro das Graças, acolheu para a celebração ex-alunos Marista, colaboradores, religiosos e o diretor do colégio Irmão Wellington Medeiros, os Irmãos Eduardo Orlando D’Amorim e Raimundo Nonato da Comunidade de Recife e Irmão Jarbas Rodrigues, da comunidade de Surubim/PE.
O bispo auxiliar saudou aos presentes: “Meu coração de pastor se alegra por conhecê-los e se alegra por esta Santa Missa pelos 200 anos de fundação da congregação dos irmãos Maristas. Para comemorar o bicentenário de uma história como essa, é necessário unirmos os nossos corações em torno do altar do Senhor, fazendo memória e oferecendo o santo sacrifício eucarístico por tudo de bom que o Senhor operou na igreja, por meio desta congregação. ”
Dom Antônio Tourinho convidou a assembleia a ter um coração cheio de gratidão por tudo o que foi realizado em prol da evangelização através da educação; de perdão pelas faltas, erros e omissões que são inerentes ao ser humano; e de compromisso de ir sempre em busca da missão de São Marcelino Champagnat.
A Santa Missa de bicentenário fez parte da programação da Jornada Pastoral Pedagógica 2017, que acontece entre os dias 25 e 31 de janeiro, evento anual que é vivenciado pelos educadores do Colégio Marista São Luís, com o objetivo de promover momentos de recomeço, diálogo, reflexão e planejamento.
Ex-aluno Marista, o jornalista Anselmo Alves aguardava com expectativa, desde o início do mês, a realização da Missa do bicentenário Marista. “Todos os valores morais e éticos que eu recebi, o que sou hoje, devo ao Irmão Orlando, que sempre me orientou nos momentos turbulentos de minha adolescência. Ainda hoje, sempre que posso, faço questão de visitar o Irmão Orlando. Ele está bem idoso, alquebrado pela idade, abatido pela saúde. Tem oportunidades em que ele não quer receber visita de ninguém, mas eu chego por lá, para animá-lo e me fazer presente. E a mim, ele recebe. É o mínimo que posso fazer por este honrado homem, no período de sua maior fragilidade. ”, conclui Anselmo.
(Texto e fotos: colaboração da Assessoria de Comunicação Colégio São Luís Marista/ Mariana Menezes)







