ARQUIDIOCESE DE OLINDA E RECIFE

Teorias da Comunicação foi o tema estudado pelos bispos na manhã da quarta-feira, 13, no 1º Seminário de Comunicação para Bispos do Brasil (SECOBB), no Centro de Formação Sumaré, no Rio de Janeiro. Os professores Elson Faxina, da Universidade Federal do Paraná, e Mauro Wilton de Souza, da Escola de Comunicação e Arte (ECA/USP), apresentaram o tema, debatido, em seguida, pelos bispos em grupos.

O professor Mauro Wilton definiu a comunicação como “processo da alteridade, datado no tempo e na história, que carrega consigo a contextualidade onde ele se dá”.

Wilton insistiu que o modo de ver a comunicação e o lugar da técnica na comunicação passam pela compreensão da sociedade em que a pessoa está. “Comunicar passou a própria forma de subsistir”, disse o conferencista.

O professou ressaltou o processo de mutação que marca a sociedade atual, caracterizada pelo mundo globalizado e pela diversidade cultural. “Hoje, em quaquer lugar do mundo, muito das manifestaçoes locais são globais. Somos interdepententes”, observou. Ele lembrou que ovas estruturas de poder e, sobretudo, o multiculturalismo são características deste mundo globalizado.

Faxina, por sua vez, lembrou as várias teorias de comunicação como a hipodérmica, a funcionalista, a crítica e os estudos culturais.

O Seminário, que começou na segunda-feira, 12, reúne 62 bispos e prossegue até sábado, 16. Na tarde da quarta-feira, 13, os bispos discutem “Cibercultura, redes sociais e crimes na internet”. A conferência é feita pela delegada da Polícia Civil titular da Delegacia de Repressão aos crimes de informática, Helen Sardenberg, do Rio de Janeiro.

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Confira os documentos do Seminário.

Fonte: CNBB