Por Larissa Souza/Pascom-AOR
A Sexta-feira da
Paixão, 25, é o único dia no ano que não são celebradas missas em nenhuma igreja católica do mundo. É o dia que recorda a Paixão e Morte de Cristo. Para marcar a crucifixão e morte de Jesus, dom Fernando Saburido, presidiu o ato litúrgico da Paixão, na Igreja Catedral da Sé, às 15 horas.
A celebração da sexta feira santa é dividida em três partes: a primeira é a leitura da Sagrada Escritura e a oração universal; a segunda é a adoração da Santa Cruz e a terceira é a Comunhão Eucarística, que juntas formam o memorial da Paixão e Morte de Nosso Senhor.
O Memorial não é apenas relembrar ou fazer memória dos fatos, é realmente celebrar agora, buscando fazer presente, atual, tudo aquilo que Deus realizou em outros tempos. Segundo as homilias dominicais do ano C, é preciso, “Mergulhamos no tempo para nos encontrarmos com a graça de Deus no momento que operou a salvação e, ao retornarmos deste mergulho, a trazemos em nós”.
No final da cerimônia, os cristãos, um a um, passavam diante da cruz reverenciando e beijando-a. Este momento é chamado de Adoração à Santa Cruz, que significa adorar a Jesus na cruz. Após as cerimônias na catedral, um grande número de fiéis seguiu a Procissão do Senhor Morto, refletindo a Paixão de Cristo, que trouxe a salvação a humanidade, percorreu as ruas do sítio histórico de Olinda.
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