Com o tema “Eu batizo com água, mas no meio de vós está alguém que batizará com o Espírito Santo” a paróquia de São João Batista, no bairro do Sancho, Zona Oeste da Capital, está celebrando o seu padroeiro. A única da Arquidiocese de Olinda e Recife dedicado ao santo, a paróquia se prepara para o ápice das festividades que ocorrerá na próxima terça-feira, dia 24. Duas missas na igreja matriz e a tradicional procissão deverão reunir milhares de fiéis devotos do último profeta.
No dia da comemoração da natividade de São João Batista o bispo da Diocese de Nazaré, dom Frei Severino Batista de França, OFMCap presidirá a missa solene às 10h, na igreja matriz. A partir das 16h, uma multidão percorrerá as principais ruas do bairro do Sancho conduzindo o andor do santo. O percurso será animado com muito louvor, e também, momentos de oração. O encerramento está previsto para as 17h30 com a realização de outra Celebração Eucarística, esta conduzida pelo administrador paroquial da região Irismar Farias, MSF.
Os eventos marcarão o fim das festividades que começaram no dia 15 deste mês com o hasteamento da bandeira e a missa de abertura da novena. Durante o período, os fiéis estão tendo a oportunidade de mergulhar na história de vida de São João Batista, cada dia com um sacerdote convidado. Além da programação religiosa, os grupos e movimentos da Paróquia do Sancho também estão realizando noites culturais, que ajudam a promover a integração da comunidade.
História
São João Batista nasceu seis meses antes de Jesus Cristo, seu primo, e foi um anjo quem revelou o seu nome ao seu pai, Zacarias, que há muitos anos rezava com sua esposa para terem um filho. Estudiosos mostram que possivelmente depois de idade adequada, João teria participado da vida monástica de uma comunidade rigorista, na qual, à beira do Rio Jordão ou Mar Morto, vivia em profunda penitência e oração.
Pode-se chegar a essa conclusão a partir do texto de Mateus: “João usava um traje de pêlo de camelo, com um cinto de couro à volta dos rins; alimentava-se de gafanhotos e mel silvestre”. O que o tornou tão importante para a história do Cristianismo é que, além de ser o último profeta a anunciar o Messias, foi ele quem preparou o caminho do Senhor com pregações conclamando os fiéis à mudança de vida e ao batismo de penitência (por isso “Batista”).
Grande anunciador do Reino e denunciador dos pecados, ele foi preso por não concordar com as atitudes pecaminosas de Herodes, acabando decapitado devido ao ódio de Herodíades, que fora esposa do irmão deste [Herodes], com a qual este vivia pecaminosamente.
Da Assessoria de Comunicação AOR







