ARQUIDIOCESE DE OLINDA E RECIFE

oficina3Bispos tiveram a oportunidade de aprimorar os conhecimentos adquiridos durante o Curso de Comunicação. Na tarde desta terça-feira, 5, os religiosos uniram a teoria à prática nas oficinas de Internet e mídias sociais, Media training e Rádio. Sob a orientação do assessor da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação padre Clóvis Andrade, e do professor e doutorando em Ciências da Comunicação, Moisés Sbardelotto, puderam navegar na internet e adentrar nas Redes Sociais. Os participantes da oficina de Internet criaram contas no Facebook e se familiarizaram com o ambiente interativo. Os bispos contaram com a ajuda de monitores.

Na oficina de Media training, os religiosos passaram de entrevistados a entrevistadores. Simularam situações comuns na relação com a imprensa. Após as dicas do jornalista Elson Faxina e a escolha dos temas, foram ao estúdio de televisão. No local, assumiram o papel de repórteres. As entrevistas serão analisadas pelo grupo durante o laboratório.

O rádio é um dos meios mais comuns no cotidiano dos epíscopos. Acostumados a participar de entrevistas, debates e reflexão do Evangelho, eles conheceram os bastidores do veículo. O jornalista e membro da Comunidade Canção Nova, Ronaldo da Silva, explicou como funciona um programa de rádio, seus bastidores e produção. O bispo da Diocese de Sobral (CE), Dom Odelir José Magri, participou da oficina, elaborou roteiro e gravou programa no estúdio montado no local do encontro. “Na diocese há uma emissora de rádio e escolhi a oficina para aprender e ter experiência neste veículo”, disse Dom Odelir.

O presidente da Comissão Episcopal Pastoral para a Comunicação Social, Dom Dimas Lara Barbosa, destacou que um dos objetivos do curso é oferecer subsídios teóricos aliados à prática para que os bispos possam lidar melhor com a comunicação nas dioceses. “Evidentemente que os bispos não vão sair daqui profissionais da comunicação, mas eles vão sair conhecendo as potencialidades que as novas mídias digitais oferecem e, a partir daí como responsáveis maiores da pastoral nas suas dioceses. Eles poderão articular, chamar bons profissionais leigos, religiosos, aqueles que efetivamente trabalham e vivem da comunicação para que possam ser o executores, a equipe pensante e articuladora da comunicação em todas as pastorais”, enfatizou o presidente.

Da Assessoria de Comunicação AOR