ARQUIDIOCESE DE OLINDA E RECIFE

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Familiares, amigos, alunos, seminarista, diáconos e sacerdotes participaram no último sábado, 18 de maio, a Missa da Esperança pelo falecimento do padre Sílvio Milanez. A celebração foi realizada na Igreja Santíssimo Sacramento, na Boa Vista, centro do Recife. Um dia de saudade e homenagens.

renata gabrielle 995aO arcebispo de Olinda e Recife, Dom Fernando Saburido, recordou a data em que o padre faleceu e afirmou ser uma data bonita já que foi no mês dedicado a Nossa Senhora e no dia em que a Igreja celebrou a Ascensão do Senhor (12 de maio). “Neste dia privilegiado, o padre Sílvio foi chamado à casa do Pai.” O religioso destacou ainda a personalidade do padre Sílvio. “Ele era uma pessoa dócil, simpática, simples, despojada, alegre, de fácil convivência, uma pessoa muito agradável. Tinha um dom especial para a música. Estamos celebrando a partida de alguém de fé e, por isso, acreditamos na ressurreição”, disse.

Dom Fernando ressaltou ainda o exemplo e a obra deixada pelo sacerdote. “A missão dele vai ficar nas suas músicas, palavras e testemunho. Temos que dar graças por tudo de bom que ele deixou para todos nós.”

Ao final da Missa, foram prestadas homenagens ao padre através de texto e relatos de amigos. Reginaldo Veloso foi parceiro do sacerdote em algumas canções. Ele agradeceu ao padre Sílvio pela contribuição na renovação da música litúrgica no Brasil. Muitos dos cânticos da missa foram compostos por padre Sílvio.

O sacerdote também foi um dos fundadores do coral da Matriz da Boa Vista e professor do Conservatório Pernambucano de Música. Uma representação do Seminário de Olinda e do conservatório cantaram algumas canções como forma de homenageá-lo e emocionaram a todos.

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Falecimento – O sacerdote morreu no dia 12 de maio na cidade de João Pessoa (PB), onde se recuperava de uma cirurgia na casa de familiares. Padre Sílvio Milanez havia completado 70 anos no dia 7 de maio. Foi ordenado sacerdote no dia 30 de novembro de 1969. Trabalho nas paróquias Santíssimo Sacramento e Nossa Senhora da Soledade, na capital pernambucana. Foi capelão dos colégios Santa Maria, Marista, São Luiz e das irmãs Doroteias. O sacerdote era cantor e autor de famosas canções litúrgicas. Entre elas: “Que germine o Salvador” e “De mãos estendidas”.

Da Assessoria de Comunicação AOR